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As Regras do Fórum foram revistas e estão em vigor desde Junho de 2009. Podem, e devem, ser consultadas na Secção "GMP-Mensa | Mensa Q&A | Notícias" no tópico "Regras de Utilização"
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Livros de Mensanos Portugueses
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Fénix Mutilada |
Two Southerners around Iceland |
Lázaro |
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A Mensa foi fundada em Oxford, no Reino Unido, em 1946,
por dois indivíduos, Roland Berrill e o Dr. Lance Ware, que tiveram a ideia
de criar uma associação para pessoas inteligentes, cujo único requisito
para a admissão fosse o quociente de inteligência.
Inicialmente definiram por objectivo a criação de uma lista
de contactos de 600 das pessoas mais inteligentes do Reino Unido, para que
essas mesmas pessoas pudessem ser facilmente contactadas por investigadores
e membros do governo, caso tal fosse necessário. Não é talvez de surpreender
que a ideia tenha sido rejeitada a nível governamental.
Ware não se deixou afectar por esta negativa, e como mais
tarde viria a afirmar, "Descobri que tinha facilidade em relacionar-me com
pessoas muito inteligentes."
Essa descoberta fez com que os objectivos fossem ajustados
à realidade e a Mensa foi criada com o objectivo de fomentar a inteligência
em benefício da humanidade e de promover a convivência entre pessoas intelectualmente
estimulantes.
Os fundadores pretendiam que o Q.I. necessário para a admissão
na Mensa fosse de 155 no teste Cattell, que correspondia a 1% do topo da
população, mas posteriormente verificaram que a possibilidade de erro permitia
a entrada de pessoas situadas nos 2%, pelo que começaram a aceitar a admissão
dos que se encontravam nesse valor, dado que a possibilidade de erro era
muito inferior. A partir de 1960, o valor foi definido oficialmente como
sendo de 148 nesse mesmo teste, o que corresponde aos 2% do topo da população.
A Mensa foi criada sem fins políticos e livre de qualquer forma de distinção
racial ou religiosa. Qualquer pessoa cujo quociente de inteligência atingisse
o nível exigido seria admitida, independentemente da sua formação, profissão
ou estatuto social. Este factor faz com que a Mensa seja uma associação
onde se encontram pessoas das mais diversas origens e formações.
Os dois fundadores tinham opiniões diferentes sobre a
organização e após várias disputas Ware abandonou a organização, apenas
regressando após o falecimento de Berrill em 1961.
A organização despertou interesse fora das fronteiras
britânicas e internacionalizou-se no início da década de 50, não tendo parado
de crescer desde então.
Actualmente a Mensa conta com mais de 100.000 membros em
aproximadamente 100 países.
Em Portugal ainda não existe uma Mensa local, sendo o
único país da União Europeia onde tal acontece. Tal deve-se sobretudo ao
reduzido número de membros.
Em 23 de Novembro de 2002 foi realizado o primeiro encontro
dos membros nacionais da Mensa, em Tomar, sendo para todos os efeitos o
primeiro encontro deste tipo. Esperamos que a história da "Mensa Portugal"
seja em breve uma realidade.
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Pedido de desculpa à HS |
21 de Maio de 2013, 22:08 por LookerVisualizações: 60 | Comentários: 2
HS, Venho publicamente apresentar-te um pedido de desculpa por ter afirmado que tu e o utilizador Elisabete eram a mesma pessoa, o que significa que te acusei de dupla identidade, coisa que é proibida neste fórum. Estive, de facto, convencida de que eram a mesma pessoa, baseando-me nos timings em que o utilizador Elisabete apareceu, bem como no seu modo de escrita, que me pareceu o teu, já que ambas apresentavam as mesmas características de pontuação e de erros de ortografia. Por outro lado, os argumentos utilizados pelo utilizador Elisabete eram igualmente semelhantes a muitos dos argumentos que usas. Deveria ter sido menos precipitada e mais cautelosa nos meus juizos. Deveria ter percebido de que as provas, não sendo suficientes, não me permitiam fazer a acusação que fiz. Foi uma injustiça que cometi e pela qual apresento o meu sincero pedido de desculpa! E compreendo se não o aceitares.
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O Cérebro e o Número de Dunbar |
20 de Maio de 2013, 14:49 por HSVisualizações: 33 | Comentários: 0
 Amigo é a melhor coisa do mundo. Nada mais verdadeiro, confirmam os psicólogos. Segundo estudos recentes, relações estáveis entre pessoas estimulam a saúde mental e física e até mesmo prolongam a vida. Contatos sociais parecem ter colaborado para que, na evolução, nosso cérebro se transformasse em órgão de alta capacidade. Robin Dunbar, da Universidade de Liverpool, já havia chegado a essa conclusão há alguns anos. O antropólogo e psicólogo evolucionista percebera que, nos macacos, havia relação entre o tamanho do cérebro e o número de integrantes do grupo: quanto mais elementos tivesse o bando de uma espécie, mais volumoso seria o córtex dos animais. A partir daí, Dunbar criou uma hipótese sobre o "social brain" (cérebro social), segundo a qual o desenvolvimento das estruturas sociais teria impulsionado a evolução do cérebro. Pois, de acordo com ele, quanto maior o grupo, tanto mais informações sobre os outros indivíduos têm de ser processadas pelo cérebro para que o convívio social possa funcionar. Sendo assim, porém, a capacidade de processamento do cérebro também limitaria o tamanho de nosso círculo social - segundo Dunbar, aproximadamente 150 pessoas. Há milhares de anos esse número está presente em grupos humanos, das sociedades de caçadores e coletores às vilas de agricultores da Indonésia e da América do Sul. O mesmo vale para os militares: no exército romano, as unidades básicas eram os chamados "manípulos", com aproximadamente 150 soldados; e o tamanho das companhias atuais varia de 120 a 150 homens. Nas indústrias modernas também se verifica que uma estrutura organizacional relativamente informal só funciona se tiver, no máximo, 150 trabalhadores. Se o número for maior, é necessária uma hierarquia mais severa, pois, caso contrário, sabe-se, por experiência, que a produtividade total cai: a pressão do grupo como incentivo à produção i ...
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